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Entenda o “lowsumerism” e como a economia compartilhada transforma negócios

21 maio 2016
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Talvez você não conheça o termo, mas, na prática, você já faz parte desse novo movimento de consumo. Aprenda com marcas como Uber, AirBnB, EatWith e se inspire em um novo modelo de negócio.

O termo Lowsumerism (ou Low consumerism) representa o movimento que vem dar uma resposta ao consumismo exagerado das últimas décadas. Inaugurado pela Revolução Industrial e fortalecido pela propaganda, a forma exacerbada de consumo tem sido vista cada vez mais como autodestrutiva. Apontada como consumo consciente, essa tendência se apoia em atitudes como:

  • Pensar antes de comprar;
  • Procurar alternativas menos impactantes para o meio ambiente, como consertar, compartilhar ou fabricar;
  • Viver apenas com o necessário.

Para não ficar nenhuma dúvida, neste vídeo de 10 minutos produzido pela Box1824, especialista em tendências de comportamento e consumo, é possível entender melhor essa tendência que está inspirando novos modelos de negócio.

Bom, como você pode perceber, um dos pilares do Lowsumerism é a economia compartilhada. E, como é de se esperar, as marcas que conseguem dialogar com essa tendência saem na frente.

Pessoas querem comprar menos. E agora?

Marcas, como AirBnB, EatWith e até mesmo Uber, perceberam que existe sim uma oportunidade de negócio (e lucro!) em um cenário onde as pessoas querem comprar cada vez menos.  

O segredo está na inovação de uma economia compartilhada. O raciocínio é bem simples (e não menos genial). Consiste em botar pra rodar algo que poderia estar parado. Do banco do passageiro vazio (Uber) à casa na praia (AirBnB),  essas empresas querem ser a mediadora desse compartilhamento. Bingo!

A expectativa é que, daqui pra frente, os consumidores abracem essa mentalidade e que as marcas assumam esse papel de requalificar o desejo de consumo. Assim, as pessoas, cada vez mais conscientes, adotaram alternativas capazes de atender às suas necessidades e vontades de uma maneira menos nociva. Ou seja, é preciso inovar, repensar o modelo de negócio, preparar-se para o novo que está muito próximo.

Em seu artigo Vida on-demand: Tripda, Airbnb, EatWith e a economia compartilhada, Flávia Gamonar, mestre em mídia e tecnologia, aponta que a posse se torna cada vez mais obsoleta e que o compartilhamento é o futuro da economia.

“O Netflix praticamente matou as locadoras de vídeo. Imagine como foi difícil concorrer com um serviço que pode ser acessado de qualquer lugar, que cobra uma assinatura de valor fixo e lhe permite assistir quantos filmes e documentários desejar e que ainda lhe sugere outros conteúdos que possam lhe interessar a partir de seus interesses? Aqui não cabe criticar, são novos tempos e novos serviços e não há como lutar”, pontua.

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Hum. Economia compartilhada dá lucro mesmo?

Para quem ainda desconfia da viabilidade de uma marca nesse contexto de menos consumo e mais compartilhamento, aí vai uma informação provocadora. O AirBnB é avaliado hoje na marca dos US$ 25,5 bi.

Inovar é mesmo uma tarefa difícil, mas, cá pra nós, a gente adora um desafio. Curtiu o Lowsumerism? Compartilhe essa ideia. 😉

Quer bolar um novo modelo de negócio? Quer tirar do papel sua ideia? Tá afim de conversar mais sobre tendências de marketing? Fale com a gente ou deixe seu comentário.

 



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