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8 dicas para abrir sua startup e faturar com aplicativos

25 março 2016
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É empreendedor e quer ganhar dinheiro com aplicativos? A gente te ajuda a tirar sua ideia do papel e montar de vez a sua startup.

Abrir o próprio negócio é um caminho tortuoso e cheio de incertezas, mas coragem em empreender parece ser uma característica bem brasileira. O Brasil lidera o ranking mundial do empreendedorismo. Isso mesmo. Três a cada dez brasileiros adultos, entre 18 e 64 anos, possuem uma empresa ou estão envolvidos com a criação de um negócio próprio. É o que aponta pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM), feita no Brasil pelo Sebrae e pelo Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP). Outro dado interessante do estudo revela que, em dez anos, a taxa total de empreendedorismo no Brasil aumentou de 23%, em 2004, para 34,5% em 2014.

Se você quer fazer parte dessa estatística, este texto pode ser o seu primeiro passo.

Algumas pessoas afirmam que uma startup é qualquer negócio em período inicial. Para outros, trata-se de uma empresa com custos muito baixos, com rápido crescimento e grandes lucros. No entanto, de acordo com especialistas é um grupo de pessoas à procura de um modelo de negócios repetível e escalável, trabalhando em condições de extrema incerteza

Vamos lá, o que está por trás dessa definição? Entendemos como modelo de negócio a capacidade de gerar valor da sua empresa. Por exemplo, alguns aplicativos conseguem se sustentar pelos anunciantes, ganhando um determinado valor a cada clique, por exemplo. O gigante Google começou assim.

Ser repetível está relacionado à capacidade de entrega do seu negócio. Ou seja, a sua empresa precisa ser capaz de entregar o mesmo produto em escala potencialmente ilimitada, sem muitas adaptações para cada cliente.

Por fim e não menos importante, o cenário de incertezas vai além do momento de crise em que vivemos hoje. Tratando-se de uma startup, o cenário representa a dúvida, quando não é possível afirmar se aquela ideia irá realmente se perpetuar ou ao menos se mostrar sustentável.

O mercado de aplicativos se encaixa perfeitamente nesse cenário.

Geralmente, começa com uma ideia no papel de algum serviço que facilitaria a sua vida ou a vida de alguém. Em um depoimento para a Revista Exame, Tallis Gomes, 27 anos, fundador e co-CEO do Easy Taxi, parece concordar com a gente. O empresário acredita que qualquer aplicativo é um prestador de serviço. “Planejamento, trabalho em equipe, conhecimento do cliente e constante desenvolvimento e inovação são extremamente importantes para o sucesso de um negócio”, pontua.

Mesmo com as incertezas como pulga atrás da orelha, o cenário parece favorável. De acordo com uma pesquisa da Appnation divulgada em 2013, a economia de aplicativos móveis vai dobrar de 72 bilhões de dólares para 151 bilhões de dólares até 2017. É um mercado bilionário sustentado pela inovação.

Queremos trilhar esse caminho com você e preparamos 8 dicas para tirar suas ideias do papel e se tornar um empreendedor.

1 – Prepare-se muito

Abrir o próprio negócio é uma escolha de vida. Prepare-se para trabalhar muito e ganhar pouco, pelo menos nos meses iniciais. Provavelmente, você passará de 12 a 18 meses sem ganhar o dinheiro que espera. Outro tipo de preparação antes de colocar a mão na massa é estudar. A Revista Exame listou as 12 escolas e cursos para abrir a sua mente para os negócios. Entre as opções, destacamos um dos cursos do Sebrae, Aprender a Empreender.

2 – Estruture a sua ideia

Qual é o serviço que a sua empresa vai oferecer? Pratique a observação para ver se a sua ideia é viável. Encontre o segmento da sua ideia, pesquise sobre serviços prestados fora do país e que ainda não foram implementados, por exemplo. Converse com os amigos, liste as oportunidades e fraquezas. Nesse texto, compartilhamos com você dicas para desenvolver um plano de marketing matador para o seu negócio. Vale a leitura. 😉

Sobre conversar com os amigos, esse pode ser o próximo passo.

3 – Encontre sócios e reúna uma equipe foda

Quem dá a dica pra gente é André Tapajós, 36 anos, CEO da Tap4, que desenvolve aplicativos para smartphones e tablets. Segundo o empreendedor, “ter pessoas de alto nível trabalhando com você facilita o alcance dos outros dois maiores desafios, que são pensar global e ter uma estratégia de aquisição de usuários e monetização”, conta. Siga profissionais de tecnologia, faça um bom networking, marque almoços e cafés para compartilhar melhor sua ideia e consiga pessoas tão entusiasmadas e capazes como você.

4 – Separe razão e emoção

Gostar da sua ideia e do segmento não significa, necessariamente, que você entende do negócio. Se você ama viajar, mas tem muita experiência de design, por exemplo, não abra uma agência de turismo. Parece simples, mas saber pouco do mercado e não ter experiência no segmento é um dos fatores de falência mais frequentes.  De acordo com o professor Edison Kalaf, da Business School São Paulo (BSP), a maioria dos empreendedores tem conhecimento técnico, mas não sabem gerenciar e não tem contato com o mercado que pretendem atuar. “Mesmo aqueles que estudam nas melhores universidades saem pouco preparados para gerenciar, sem noções de empreendedorismo”, afirma o professor em matéria para o portal Terra com os 5 fatores que levam uma pequena empresa à falência.

5 – Desenvolva protótipos

Encontre o problema que alguém pagaria para resolvê-lo. Essa é a lógica que trará estrutura para que a sua ideia ganhe forma. O momento é de desenvolver o protótipo. Seja fiel ao máximo para que você consiga encontrar o caminho para que o seu produto se torne minimamente viável. Um dos maiores erros é construir algo que ninguém irá usar. Eduardo Ruschel, 45 anos, fundador da Palpiteros, rede social para torcedores de futebol, chancela esse importante passo. Ele dá a dica: “Invista grande parte do tempo inicial pesquisando as necessidades do usuário, veja se sua ideia é realmente válida e se seu aplicativo irá fazer diferença para seu público-alvo”, afirma.

6 – Encontre investidores

Antes de recorrer a um empréstimo e começar seu negócio com uma dívida, conquiste um investidor para tornar seu negócio viável. Confie na sua ideia e se conecte a quem esteja interessado em investir e lucrar com você. Os investidores são classificados por estágios de capital de risco. Os investidores-anjo costumam buscar empresas bem iniciantes e investem entre R$ 50 mil e R$ 500 mil. Já o investidor de seed capital costuma injetar de R$ 500 mil até R$ 2 milhões em empresas mais consolidadas, com clientes e produtos definidos. Ou seja, o seu foco são os investidores-anjo. Tenha o discurso na ponta da língua, saiba como vender seu peixe. Esteja na hora e no lugar certo. Você consegue encontrar interessados em investir em meetups (encontros de empreendedores e startups), competições de planos de negócios e até conversando com amigos e conhecidos.

7 – Tenha vários modelos de receita

O seu aplicativo deve ter mais de um modelo de receita, ou seja, mais de uma forma para ganhar dinheiro. Identifique as potencialidades do seu negócio. Venda de anúncio?  Patrocínio? Quem dá a dica é Daniel Muniz Silva, 33 anos, fundador da VaiMoto, aplicativo para contratação de motofretistas: “Desde venda de naming rights para uma empresa, venda de patrocínios e também com e-commerce plugado”, afirma.

8  – Não perca tempo

A desenvolver um aplicativo, lance ao mercado o mais rápido que puder. Felipe Fioravante, 30 anos, cofundador e CEO do iFood, aplicativo de delivery online, confirma: “O ideal é lançar o mais rápido possível, com as funcionalidades essenciais e ir melhorando a partir do feedback dos usuários”. Lembre-se: a ideia é de quem contou primeiro.

Inovação, criatividade e coragem são algumas das características de quem se arrisca a empreender. Gostou das dicas? Compartilhe essa ideia. Ficou com alguma dúvida? Comente.

A gente te ajuda a tirar seu negócio do papel e quer construir com você essa história. Fale com a gente.



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