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6 dicas de neuromarketing para sua marca não passar despercebida

13 abril 2015
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“Ninguém conta o número de comerciais seus que vão ao ar. Eles se lembram apenas da impressão que você deixa”, decretou Bill Bernbach, o guru da publicidade. Bernbach foi o Mad Man de carne osso (se você não conhece Mad Man, assista). Sua agência era nada mais, nada menos que Doyle Dane Bernbach, mais conhecida como DDB, uma das mais premiadas de todos os tempos. Ele nos deixou em 1982 e, entre suas heranças, estão frases inspiradoras como essa.

Já parou para pensar que máximas como “a primeira impressão é a que fica” vai muito além de frase de efeito? Entre tantas cores, imagens e letreiros piscantes, qual é a primeira impressão que a sua marca deixa nas pessoas?

Do café da manhã ao boa noite, todos somos consumidores em potencial e tem sempre aquela peça publicidade que desperta um “preciso experimentar”. Por quê?

Para que a sua marca conquiste a preferência a partir de uma boa impressão, você precisa entender como funciona a mente dos seus consumidores e isso incluí você nesse jogo.

Segundo um Estudo realizado pela Gruppe Ninmphenberg, mais de 50% das decisões de compra são tomadas inconscientemente. E mais, cerca de 85% das vezes o nosso cérebro está ligado no piloto automático. Isso significa que a mente inconsciente interpreta melhor o nosso comportamento do que a mente consciente. Ou seja, o segredo está no inconsciente, bem ali, abaixo da nossa sábia percepção (Sigmund Freud curtiu isso!).

Neuromarketing é um termo relativamente novo, apresentado ao mundo em 2002 por Ale Smidts. No entanto, a publicidade, desde que nasceu, se apropria de alguns dos seus recursos sem se dar conta. Isso porque somos todos vendedores. Publicitários ou não, sempre vendemos alguma coisa, como as nossas ideias, opiniões, o time de futebol do coração. Sempre estamos prontos para convencer alguém de algo.

Ao longo dos últimos anos, o neuromarketing coleciona descobertas sobre a cabeça dos consumidores, sobretudo no ato da compra. Tais achados são valiosíssimos para a concepção de peças e campanhas.

Em seu livro Neuromarketing Aplicado à Redação Publicitária, Lilian S. Gonçalves lista algumas dicas para que sua marca não passe despercebida.

  • Desperte os neurônios-espelho: quando você encara alguém bocejando é quase inevitável bocejar também. Isso é resultado da atuação dos neurônios-espelho. Uma campanha com alguém utilizando o produto ou serviço tende a ser mais eficaz. As pessoas se projetam naquele anúncio e se veem consumindo, como a imitação involuntária do bocejo.
  • Enalteça os marcadores somáticos: o neuromarketing revela que alguns consumidores se tornam fiéis a determinadas marcas não só pelo produto, como pelo bom atendimento e valores compartilhados. Só de bater o olho na marca do Mc Donalds, muitas pessoas sentem o cheirinho de batata frita. Essas associações involuntárias são feitas pelas lembranças felizes que elas passaram lá. As lembranças se tornam marcadores somáticos desde que nascemos. O inconsciente traz uma coleção infinita de lembranças que se tornam esses marcadores. Uma campanha de publicidade com situações do dia a dia podem despertar a relação dos marcadores somáticos de seus consumidores e pronto, a conexão está estabelecida.
  • Traga os inimigos ao campo de batalha: inconscientemente, o ser humano tem dois objetivos; manter-se vivo e em segurança. Lutar e batalhar fazem parte dessa essência. Campanhas que enaltecem inimigos e trazem soluções de combate tendem a ser mais eficazes. Propagandas de desinfetantes, medicamentos, seguros de vida já têm a faca e o queijo na mão para acertar em cheio o inconsciente das pessoas.
  • Dê uma injeção de dopamina: o ato de compra libera dopamina, uma das substâncias mais viciantes e sedutoras. O inconsciente grava essa experiência prazerosa e aguarda ansioso pela sua nova injeção. Em suma, muitas decisões de compra se baseiam em experiências passadas, ou seja, marcadores somáticos.
  • Dê passagem ao marketing sensorial: marcadores somáticos são aguçados por todos os nossos sentidos. O barulho da latinha se abrindo, as gotas refrescantes da embalagem, o som do ronco de um motor são alguns dos exemplos de ferramentas que aguçam o cérebro e fazem os neurônios cantarem em coro “eu quero”.
  • Desafie o cérebro: a mente adora um desafio, bom-humor e quebra-cabeça, mas não permanece nem três segundos tentando decifrar uma mensagem. Seja direto e objetivo. Não dialogue com uma carga excessiva de informações, pois, assim, estará estimulando o futuro consumidor a pensar, ou seja, abandonar o inconsciente e racionalizar sua compra.

Estudar o comportamento das pessoas é primordial em um tempo onde as marcas assumem papéis cada vez mais humanizados. Hoje, o público estabelece conexões, são amigas das fanpages, curtem e compartilham conteúdos publicitários sem ter cara de propaganda.

E aí, qual é a impressão que as pessoas têm do seu negócio? Quer entender mais como a criatividade pode conquistar o inconsciente das pessoas? Fale com a gente e faça com que o coração dos seus consumidores escolham, sem querer querendo, por você.



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